O consumo de bebidas não Lácteas por Lactentes e o impacto na qualidade da alimentação.

       A preocupação com a adequada alimentação infantil cresce a cada vez que se destaca o seu benefício na saúde desenvolvimento para a vida adulta, prevenindo doenças em curto e longo prazo.
       O hábito de consumir suco e bebidas industrializadas está cada vez mais frequente em vários países, muitas vezes sendo iniciado em idades precoces. É importante estipular quantidades máximas de suco a ser ofertado a lactentes, não ultrapassando 100ml/dia segundo o Guia Alimentar para crianças menores de dois anos e 240ml/dia para a Academia Americana de Pediatria.
        O consumo de sucos e bebidas açucaradas é um dos fatores determinantes para o surgimento da síndrome metabólica, não só na vida adulta, mas já na infância. Isso ocorre devido às altas concentrações de frutose presente nessas bebidas. Estudos demonstram que a frutose provoca alterações no metabolismo dos lipídios e da glicose.
        Quando comparada a composição nutricional de sucos integrais, néctar de fruta e refrescos com a recomendação nutricional para lactentes nota-se que o açúcar presente nessas bebidas é excessivo, assim como apresentam um valor energético consideravelmente alto.
        No entanto, é preciso que a população receba orientações a respeito do consumo de sucos e outras bebidas para garantir uma alimentação saudável desde a infância.
Resumo do Artigo apresentado por Regiane Carinhanha Rios, como requisito parcial para conclusão do curso de pós-graduação lato-sensu em Nutrição Humana Aplicada e Terapia Nutricional, tendo como orientadora de conteúdo a Profa. Dra. Rose Vega Patin.

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