Conheça diferentes tipos de aparelhos de bioimpedância (BIA) e escolha o que melhor se adequa ao seu negócio

Atualmente, a crescente preocupação com a imagem corporal e com a qualidade de vida fez com que a análise da composição corporal ganhasse espaço cada vez mais no cotidiano da população em geral, com isso a avaliação da composição corporal obtida por aparelhos de bioimpedância (BIA) em academias, clubes e consultórios se popularizou.
A avaliação da composição corporal a partir da medida da BIA é considerada um método rápido, não invasivo e relativamente barato para estimar a quantidade de gordura corporal existente, além da sua facilidade de aplicação e portabilidade.
Nos últimos anos, sua utilização se expandiu, contudo, a variedade de aparelhos comercializados tem gerado críticas sobre a validade das mensurações obtidas por aparelhos com tecnologias diferenciadas, o que poderia prejudicar a interpretação dos resultados, principalmente quando associados aparelhos de BIA bipolar (membros superiores) e (membros inferiores) e tetrapolar (corpo inteiro), deixando assim dúvidas quanto à reprodutibilidade, fidedignidade, confiabilidade e eficácia dos aparelhos. Diante de diversos modelos de BIA existentes no mercado, separamos alguns deles para compararmos sua aplicabilidade.
 

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A utilização destes aparelhos tem como intuito estimar o percentual de gordura corporal, o mesmo auxilia na identificação de:
1.    Risco de saúde associado a níveis excessivamente altos ou baixos de gordura corporal total;
2.    Risco de saúde associado ao acúmulo excessivo de gordura intra-abdominal;
3.    Possíveis alterações da composição corporal, associadas a determinadas doenças;
4.    Crescimento, desenvolvimento, maturação e alterações da composição corporal relacionadas à idade;
5.    Recomendações dietéticas e prescrição de exercício e avaliação da efetividade das mesmas.
A interpretação isolada dos resultados obtidos na avaliação da composição corporal por aparelhos de bioimpedância (BIA) podem não representar informações importantes sobre o estado nutricional. É necessário a correlação destes resultados com a clínica.
Priscila Alves Gouveia
Estagiária de Nutrição
Sílvia Ramos
Nutricionista

 

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